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E. J. F., 75 anos, solteira, 6 filhos, católica praticante, analfabeta, tabagista há 50 anos com interrupção há um mês, porém nega etilismo. É portadora de hipertensão em tratamento medicamentoso e refere ter enfisema, com diagnóstico de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). Foi internada com queixa de fraqueza, dispneia e tosse produtiva persistente. No exame físico, constatou-se a paciente consciente, deambulante com apoio, e possui pele e mucosas hipocoradas; apresentou MMSS frios com leitos ungueais pouco cianóticos; tórax simétrico, movimento respiratório torácico, amplitude superficial, taquidispneica, roncos em brônquios e crepitações bibasais e diminuição da expansibilidade. Constataram-se ainda extremidades com perfusão periférica maior que três segundos, pulsos rítmicos e filiformes, sem edema. Para essa paciente foi identificado como diagnóstico de enfermagem prioritário a desobstrução ineficaz de vias aéreas. Para o diagnóstico desse caso, constituem intervenções a serem planejadas e
PORTFÓLIO – ENF – EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL: SIMULAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM I – 51_2025
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