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Jesus, pelo que sei, caminhou à margem da religião e da cultura dominantes; abraçou não apenas as vulnerabilidades humanas como escolheu ser humilde entre os humildes e desgraçados; não primava por demonstrações sobrenaturais de poder, pelo contrário, em muitos milagres que realizou pedia total sigilo daquele(a) que o recebeu; não partiu para o caminho da apologética ou defesa da fé, cercando-se de argumentos fortes para “defender” a perspectiva do reino de Deus, de modo que, em Jesus, não se faz ninguém se achegar ao reino pelo poder do argumento, mas pelo caminho da fragilidade, da infantilidade espiritual, do diálogo, do arrependimento, do perdão e da graça.
Fonte: adaptado de: MENEZES, J. Igreja e cultura: na fronteira entre a relevância e a fragilização. Consulta FTL-Continental, IBAB, São Paulo, 2015.
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