A proposta da Atividade de Estudo 1 é discutir a relação entre Metodologias de Pesquisa e o desenvolvimento de explicações e abordagens para problemas sociais, pois, uma vez identificado um problema, é necessário pensar em caminhos para abordá-lo buscando a melhora de um contexto social e a promoção de justiça e equidade.

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A proposta da Atividade de Estudo 1 é discutir a relação entre Metodologias de Pesquisa e o desenvolvimento de explicações e abordagens para problemas sociais, pois, uma vez identificado um problema, é necessário pensar em caminhos para abordá-lo buscando a melhora de um contexto social e a promoção de justiça e equidade.

Nesse sentido, a metodologia de pesquisa é uma ferramenta fundamental para o Gestor Público. Assim, leia com atenção os trechos retirados do texto “Mulheres Enfrentam Barreiras para a Ascensão no Serviço Público Brasileiro”, publicado na Revista FAPESP, em março de 2023, por Diego Viana, e disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/mulheres-enfrentam-barreiras-para-a-ascensao-no-servico-publico-brasileiro/.

“Embora já correspondam a mais de metade da força de trabalho na burocracia brasileira (59%), as mulheres ocupam menos de 20% dos cargos de direção. O número, divulgado em dezembro no estudo “Mulheres líderes no setor público da América Latina e do Caribe”, do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), coloca o país em posição inferior à da maioria dos vizinhos na região. Países como Argentina (40,7%), Colômbia (47,1%) e Costa Rica (53,5%) caminham, pelo menos à primeira vista, para a paridade de gênero no setor público.

Os dados revelam o quanto o fenômeno conhecido como “teto de vidro” ainda impõe barreiras à ascensão profissional para lideranças femininas no continente, barreiras ainda mais difíceis de transpor para as negras. A metáfora do teto de vidro foi criada em 1978 pela consultora norte-americana Marylin Loden (1946-2022) para se referir ao setor privado, denunciando os obstáculos muitas vezes invisíveis que impedem a ascensão das mulheres aos cargos mais altos. Mas o teto também cobre a cabeça das profissionais da administração pública.

O relatório aponta que as mulheres compõem 52% do funcionalismo dos países estudados. No entanto, são apenas 23,6% nos cargos classificados como de nível 1 (equivalente a ministro) e 44,2% nos cargos de nível 4 (diretor). No Brasil, embora as mulheres, de acordo com o Atlas do Estado brasileiro, produzido pelo Ipea, sejam quase 59% dos servidores, são apenas 18,6% nos cargos de liderança, nos quatro níveis, conforme o relatório do BID. Separando pelos níveis estudados, em 2022 elas eram 19,3% no nível 4, 22,1% no nível 3 (subsecretária) e 9,1% no nível 2 (secretária).

[…]

‘A péssima posição do Brasil não surpreende. Também está entre os países mais mal avaliados da América Latina no que diz respeito aos direitos políticos das mulheres e à paridade política entre homens e mulheres. Até 2006, nem sequer dispunha de legislação específica sobre violência contra a mulher, ao passo que 17 países da região já legislavam

ATIVIDADE 1 – GPUB – MÉTODOS DE PESQUISA APLICADOS À GESTÃO PÚBLICA – 52_2024

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