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QUESTÃO 1
MV-ASSESSORIA
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Monitoramento de Redes com Ferramentas ICMP
Esta atividade MAPA tem como objetivo permitir que os alunos pratiquem o uso de ferramentas de monitoramento de rede para testar conectividade com endereços IP ou nomes FQDN (Fully Qualified Domain Names). A atividade pode ser executada no computador pessoal e as orientações perpassam as principais plataformas de sistemas operacionais.
Usaremos os comandos IPCONFIG, PING, TRACEROUTE ou (TRACERT), MTR e NMAP. A depender de seu sistema operacional, o uso pode mudar um pouco, então acompanhe as instruções abaixo.
Parte 1: Instruções de execução
Siga as instruções de execução para o sistema operacional correspondente ao seu.
Sistema operacional Windows 7 ou mais recente:
1. Prompt de Comando ou PowerShell: No Windows, você pode usar o ipconfig no Prompt de Comando ou no PowerShell para obter informações sobre a configuração de rede. Para isso:
– Pressione Win + R para abrir a caixa de diálogo Executar.
– Digite cmd e pressione Enter para abrir o Prompt de Comando.
– Digite o seguinte comando:
C:\> ipconfig
– Este comando fornecerá informações detalhadas sobre a configuração de rede, incluindo endereços IP, máscara de sub-rede, gateway padrão e muito mais.
– De posse do endereço IP e da máscara de sub-rede, calcule o endereço de rede correspondente para usar com o NMAP. Se estiver em dúvida, pode usar uma calculadora de rede online como em https://jodies.de/ipcalc:
– Para a rede de exemplo, em que o endereço é 192.168.0.1 e a máscara de sub-rede é 255.255.255.0 (24 bits), o endereço de rede é 192.168.0.0/24.
2. No Windows, você pode usar o ping no Prompt de Comando. Para acessá-lo:
– Pressione Win + R para abrir a caixa de diálogo Executar.
– Digite cmd e pressione Enter para abrir o Prompt de Comando.
– Use o comando ping seguido de um endereço IP ou FQDN. Exemplo:
C:\> ping www.unicesumar.edu.br
– Observe as respostas, latência e perda de pacotes. Por padrão, ocorrem apenas 4 envios de pacote, o que é suficiente para esta tarefa.
3. No Windows, o comando equivalente ao traceroute é o tracert. Para acessá-lo:
– Pressione Win + R para abrir a caixa de diálogo Executar.
– Digite cmd e pressione Enter para abrir o Prompt de Comando.
– Use o comando tracert seguido de um endereço IP ou FQDN. Exemplo:
C:\> tracert www.unicesumar.edu.br
Analise as informações fornecidas, identificando os saltos (hops) intermediários. Aguarde, pois o comando pode demorar, embora tenha o limite de até 30 saltos antes de desistir.
4. WinMTR (Interface Gráfica): No Windows, não há uma versão nativa do mtr. No entanto, você pode usar ferramentas de terceiros como o WinMTR, que fornece uma interface gráfica para funcionalidades semelhantes. Baixe o WinMTR em https://sourceforge.net/projects/winmtr/, descompacte e execute, depois insira o destino (www.unicesumar.edu.br) na barra de endereços e clique em “Start”.

– Observe as estatísticas em tempo real e avalie a estabilidade da conexão. Para resultados precisos, aguarde pelo menos 30 envios (valor da coluna “Sent”).
5. NMAP (interface gráfica): No Windows, não há versão nativa do nmap. No entanto, pode ser usada a versão gráfica oferecida pela comunidade. Baixe a versão mais recente (atualmente 7.94) em https://nmap.org/download.html e instale com as configurações padrão.
– Aqui será necessário informar o endereço da rede local calculado na primeira parte. O tipo de perfil (profile) recomendado para a tarefa é “Regular Scan”:
– Analise os resultados para identificar dispositivos ativos na rede.
Sistema operacional Linux Ubuntu ou Debian.
1. em Linux, para identificar as configurações de rede, pode ser usado o comando ifconfig ou o comando ip. Abra um terminal e execute um dos seguintes comandos:
usuario@debian:~$ ifconfig
Se o comando falhar, tente:
usuario@debian:~$ /usr/sbin/ifconfig
Ou use o comando ip:
usuario@debian:~$ ip a
– Estes comandos fornecerão informações detalhadas sobre a configuração de rede, incluindo endereços IP, máscara de sub-rede e mais.
– De posse do endereço IP e da máscara de sub-rede, calcule o endereço de rede correspondente para usar depois. Se estiver em dúvida, pode usar uma calculadora de rede online como em https://jodies.de/ipcalc, como explicado nas instruções para sistema operacional Windows.
2. No Linux, o ping está disponível no terminal. Abra o terminal e use o comando ping seguido de um endereço IP ou FQDN. Exemplo:
usuario@debian:~$ ping www.unicesumar.edu.br
– Observe as respostas, latência e perda de pacotes. Por padrão, o comando envia pacotes até que seja interrompido com as teclas Ctrl + C. Aguarde pelo menos 4 envios antes de encerrar.
3. No Linux, use o comando traceroute no terminal. Caso o comando não esteja disponível, você pode instalá-lo por meio do gerenciador de pacotes da sua distribuição. Por exemplo, em sistemas baseados no Debian (como o Ubuntu), você pode usar:
usuario@debian:~$ sudo apt-get install traceroute
– Depois abra o terminal e digite:
usuario@debian:~$ traceroute www.unicesumar.edu.br
– Analise as informações fornecidas, identificando os saltos (hops) intermediários. Aguarde, pois o comando pode demorar, embora tenha o limite de até 30 saltos antes de desistir.
4. No Linux, o mtr é frequentemente pré-instalado. Caso o comando não esteja, você pode instalá-lo por meio do gerenciador de pacotes da sua distribuição. Por exemplo, em sistemas baseados no Debian (como o Ubuntu), você pode usar:
usuario@debian:~$ sudo apt-get install mtr
– Para usá-lo, abra o terminal e digite:
usuario@debian:~$ mtr www.unicesumar.edu.br
– Observe as estatísticas em tempo real e avalie a estabilidade da conexão. Para resultados precisos, aguarde pelo menos 30 envios – para encerrar a execução, pressione a tecla q.
5. No Linux, o nmap é comumente instalado por padrão em muitas distribuições. Caso o comando não esteja disponível, você pode instalá-lo por meio do gerenciador de pacotes da sua distribuição. Por exemplo, em sistemas baseados no Debian (como o Ubuntu), você pode usar:
usuario@debian:~$ sudo apt-get install nmap
– Para utilizá-lo, abra o terminal e passe como parâmetro a rede local identificada na primeira parte da atividade:
usuario@debian:~$ nmap 192.168.0.0/24
– Analise os resultados para identificar dispositivos ativos na rede.
Sistema operacional Mac OS.
1. No macOS, você pode usar o comando ipconfig no Terminal para obter informações semelhantes ao Windows. Para isso:
– Abra o Terminal, que pode ser encontrado em Applications -> Utilities -> Terminal.
– Digite o seguinte comando:
Mac:~$ ipconfig getifaddr en0
– Este comando fornecerá o endereço IP da interface especificada (por exemplo, en0). Modifique conforme necessário para outras interfaces.
– De posse do endereço IP e da máscara de sub-rede, calcule o endereço de rede correspondente para usar depois. Se estiver em dúvida, pode usar uma calculadora de rede online como em https://jodies.de/ipcalc, como explicado nas instruções para sistema operacional Windows.
2. O macOS, sendo baseado em Unix, também possui o comando ping disponível no Terminal. Você pode acessá-lo da seguinte forma:
– Abra o Terminal, que pode ser encontrado em Applications -> Utilities -> Terminal.
– Use o comando ping seguido de um endereço IP ou FQDN. Exemplo:
Mac:~$ ping www.unicesumar.edu.br
– No macOS, caso o ping esteja sendo bloqueado por firewalls ou configurações de segurança, você pode precisar ajustar as configurações de permissões no Firewall nas Preferências do Sistema.
– Observe as respostas, latência e perda de pacotes. Por padrão, o comando envia pacotes até que seja interrompido com as teclas Ctrl + C. Aguarde, pelo menos 4 envios antes de encerrar.
3. No macOS, assim como no Linux, você pode usar o comando traceroute. No macOS, assim como no Linux, pode ser necessário instalar o traceroute se ainda não estiver instalado. Você pode fazer isso usando um gerenciador de pacotes, como o Homebrew, ou baixando diretamente do site do Homebrew.
– Acesse o Terminal e digite:
Mac:~$ traceroute www.unicesumar.edu.br
– Analise as informações fornecidas, identificando os saltos (hops) intermediários. Aguarde pois o comando pode demorar, embora tenha o limite de até 30 saltos antes de desistir.
4. Assim como no Linux, o mtr pode ser usado diretamente no Terminal do macOS. Se não estiver instalado, você pode usar o Homebrew para instalar o mtr:
Mac:~$ brew install mtr
– Depois digite:
Mac:~$ mtr www.unicesumar.edu.br
5. Assim como no Linux, o nmap pode ser usado diretamente no Terminal do macOS. Se não estiver instalado, você pode usar o Homebrew para instalar o nmap:
Mac:~$ brew install nmap
– Para utilizá-lo, abra o terminal e passe como parâmetro a rede local identificada na primeira parte da atividade:
Mac:~$ nmap 192.168.0.0/24
– Analise os resultados para identificar dispositivos ativos na rede.
Parte 2: Orientações de entrega:
Elabore seu relatório de entrega respondendo aos questionamentos a seguir, baseado nas informações coletadas durante o uso dos comandos citados.
1. Medição de Latência e Perda de Pacotes:
– Qual é a latência média observada durante a comunicação com diferentes servidores, considerando diferentes localidades? Como essa latência varia entre conexões internas (rede privada) e externas (rede pública/Internet)? Para comparar, realize também o ping para o endereço IP de seu roteador local e compare os resultados.
2. Identificação e Análise de Saltos Intermediários:
– Quais são os saltos intermediários (hops) observados ao rastrear a rota até destinos externos? Liste-os em sua resposta. Existe algum ponto que cause atrasos ou saltos incomuns? O que isso pode indicar sobre a configuração da rede ou de roteadores intermediários?
3. Diagnóstico de Falhas de Rede com Ferramentas:
– Como o ping pode ser usado para diagnosticar problemas de conectividade simples? O que o comando tracert/traceroute pode revelar quando o ping não retorna respostas satisfatórias?
4. Varredura de Rede com NMAP e Análise de Dispositivos Ativos:
– Quais dispositivos foram encontrados durante o “ping sweep” (varredura de rede)? Existe algum dispositivo não identificado ou não autorizado na rede? Quais implicações de segurança isso pode gerar?
5. Otimização de Roteamento e Performance de Rede:
– Durante a análise do traceroute e MTR, é possível identificar saltos com latência variável. Como o roteamento e a configuração de rede interna e externa podem ser otimizados para reduzir esses pontos de latência?
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